Rúculas Roka e Veloster: variedades rústicas que se adaptam de Norte a Sul

Rúculas Roka e Veloster: variedades rústicas que se adaptam de Norte a Sul

16 março de 2022

A rúcula é uma cultura de fácil cultivo, tanto em campo quanto em hidroponia, e que dispensa o uso de muita tecnologia, pois é rústica e se adapta bem em diferentes condições climáticas. Características que estão entre as qualidades das rúculas Roka e Veloster, ambas pertencentes ao portfólio da linha Topseed Premium, mas que trazem ainda outros atributos importantes e que agregam valor ao produto.



Com produtividade na velocidade que o mercado exige, a rúcula Veloster é um produto diferenciado, com ciclo precoce em torno de 28 dias para hidroponia e 35 dias para campo aberto, e excelente rendimento em ambos os sistemas de cultivo.



O Especialista em Culturas do Cinturão Verde Roberto Araújo, explica ainda que o material tem alta tolerância ao pendoamento precoce, além de possuir folhas largas, pouco repicadas e uniformes, proporcionando alto aproveitamento para o produtor atender o seu cliente com agilidade e qualidade.



Já a rúcula Roka, segundo Roberto, diferencia-se de seus concorrentes por apresentar uma excelente pós-colheita, beneficiando a todos da cadeia produtiva, inclusive o consumidor final, que receberá um produto com bom aspecto. "Com ciclo de 30 a 42 dias, folhas de coloração verde-escura, tenras e com ótimo sistema radicular, a variedade também tem boa tolerância ao pendoamento precoce, além de ser bem adaptado para cultivo hidropônico". Ele acrescenta que a variedade tem coloração verde intenso e folhas tenras, benefícios que conferem maior pós-colheita aos produtos, pois demoram mais para amarelar.



"Ambas as rúculas são excelentes materiais, desenvolvidos para adaptação ao clima tropical, podendo ser cultivadas de Norte a Sul. Por serem variedades muito rústicas, há poucos problemas com doenças", completa Roberto.  



De Norte a Sul

Na região de Teresópolis (RJ) está o produtor Edson Mauro de Deus, que planta a rúcula Roka. "Faço o cultivo porque gosto muito da pós-colheita, da pouca limpeza que ela exige, maior rendimento por banca e maior peso. Além disso, tem boa aceitação, por conta da sua coloração escura e aguenta mais tempo sem passar do ponto de colheita".



Da mesma opinião compartilha o produtor de Piedade (SP), Shimiti Miyazaki. "A rúcula Roka tem a melhor pós-colheita, excelente rendimento e peso. A comercialização é fácil porque os próprios clientes pedem", ressalta.



Em Santa Catarina, na cidade de Antônio Carlos, o produtor Giovane Vicente Guesser conta que 100% da sua lavoura é de rúcula Veloster, por ser um material precoce, ser uma planta com muito vigor, além de ter muito boa aceitação no mercado. 

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