Notícias
Notícias
Buscar em notícias
Categorias
- + #agristarprojetosocial
- + #institutoagristar
- + #tamojunto
- + Abóbora
- + Abobrinha Flora
- + ação social
- + agricultoras
- + agricultura
- + Agristar
- + Alface
- + aniversário
- + apoio Agristar
- + Argentina
- + arte
- + beneficiamento
- + berinjela
- + bicicross
- + Brócolis
- + campanha
- + Cebola
- + cebolas
- + Cebolas Híbridas
- + Cenoura
- + cenouras
- + Colheita
- + comemoração
- + Couve-flor
- + Cultura
- + curso
- + Depoimento
- + Dia da Mulher
- + Dia da Mulher Rural
- + Dia de Campo
- + Dicas
- + Distribuidor
- + Diversos
- + educação
- + Encontro dos Técnicos
- + Especialidades
- + esporte
- + esportes
- + ETEC
- + Evento
- + Eventos
- + Frutas e Hortaliças
- + grape
- + Guga Kuerten
- + hibrido
- + Hidroponia
- + hobby e lazer
- + homegagem
- + homenagem
- + horta em casa
- + hortaliças
- + Hortícolas
- + horticultura
- + Hortitec
- + innova
- + institucional
- + Instituto Agristar
- + investimentos
- + Irrigação
- + jardim
- + jardinagem
- + Lançamentos
- + leitura
- + manejo integrado
- + Melancia
- + Melão Cantaloupe
- + microverdes
- + Mini Pimentões
- + OFD 360
- + Open Field Day
- + paulínia
- + Pepino
- + Pesquisa
- + plantoterapia
- + produção
- + produtor rural
- + Produtoras
- + Programa Nacional de Crédito Fundiário
- + projeto social
- + quiabo
- + quiabo tropical
- + redes sociais
- + Repolho
- + Segurança no Campo
- + semente de alface
- + sementes
- + Superseed
- + sustentabilidade
- + teatro
- + Tendência
- + terceiro setor
- + Tomate
- + tomateferrari
- + Tomaticultura
- + top of mind
- + Topseed
- + Topseed Garden
- + topseed premium
- + Tour 360
- + Tour Técnico
- + triagens
- + TSV Sementes
- + Visita Técnica
- + Workshop
Período
- + julho de 2014
- + setembro de 2014
- + outubro de 2014
- + novembro de 2014
- + dezembro de 2014
- + janeiro de 2015
- + março de 2015
- + abril de 2015
- + junho de 2015
- + agosto de 2015
- + setembro de 2015
- + outubro de 2015
- + dezembro de 2015
- + janeiro de 2016
- + fevereiro de 2016
- + março de 2016
- + abril de 2016
- + julho de 2016
- + agosto de 2016
- + setembro de 2016
- + novembro de 2016
- + dezembro de 2016
- + janeiro de 2017
- + março de 2017
- + julho de 2017
- + dezembro de 2017
- + junho de 2018
- + agosto de 2018
- + setembro de 2018
- + outubro de 2018
- + novembro de 2018
- + dezembro de 2018
- + janeiro de 2019
- + fevereiro de 2019
- + março de 2019
- + abril de 2019
- + maio de 2019
- + julho de 2019
- + agosto de 2019
- + setembro de 2019
- + outubro de 2019
- + janeiro de 2020
- + abril de 2020
- + novembro de 2020
- + fevereiro de 2021
- + março de 2021
- + julho de 2021
- + setembro de 2021
- + outubro de 2021
- + dezembro de 2021
- + janeiro de 2022
- + junho de 2022
- + agosto de 2022
- + setembro de 2022
- + novembro de 2022
- + janeiro de 2023
- + fevereiro de 2023
- + março de 2023
- + junho de 2023
- + agosto de 2023
- + setembro de 2023
- + outubro de 2023
- + novembro de 2023
- + dezembro de 2023
- + janeiro de 2024
- + fevereiro de 2024
- + março de 2024
- + abril de 2024
- + maio de 2024
- + julho de 2024
- + setembro de 2024
- + outubro de 2024
- + novembro de 2024
- + dezembro de 2024
- + janeiro de 2025
- + fevereiro de 2025
- + abril de 2025
- + maio de 2025
- + junho de 2025
- + julho de 2025
- + agosto de 2025
- + setembro de 2025
- + outubro de 2025
- + janeiro de 2026
- + fevereiro de 2026
- + março de 2026
- + abril de 2026
- + maio de 2026
- + julho de 2026
Pirataria de sementes coloca em risco a produtividade e a segurança do produtor

16 julho de 2026
A evolução do melhoramento genético permitiu que a produção de hortaliças alcançasse elevados níveis de produtividade e qualidade em praticamente todas as regiões do Brasil. No entanto, a comercialização e o uso de sementes e mudas piratas continuam representando uma ameaça para o setor. Além de comprometerem o desempenho das lavouras, esses materiais expõem os produtores a prejuízos financeiros e à perda de garantias legais.
Segundo o especialista em Cinturão Verde da Agristar do Brasil, Roberto Araújo, a prática de produzir sementes a partir da colheita — comum décadas atrás — fazia sentido quando ainda havia pouca disponibilidade de cultivares melhoradas e dificuldades de acesso às sementes comerciais.
"Naquela época, essa era uma realidade que ajudava o produtor. Hoje, porém, o cenário mudou completamente. O melhoramento genético evoluiu muito e permitiu desenvolver materiais específicos para diferentes regiões e condições de cultivo", explica.
De acordo com Araújo, ao utilizar sementes obtidas de cultivares híbridas, o agricultor perde justamente o principal benefício proporcionado pela genética desenvolvida pelas empresas de melhoramento.
"Quando o produtor retira a semente de um tomate, de uma abóbora ou de qualquer outro híbrido para plantar novamente, ele perde toda a garantia genética daquela cultivar certificada. A nova geração já não apresenta o mesmo potencial produtivo nem as características que foram desenvolvidas para aquela variedade", afirma.
Além da perda de desempenho no campo, o especialista destaca que o uso de sementes e mudas piratas pode gerar consequências ainda mais graves em situações de imprevistos na lavoura.
"Já acompanhei casos de produtores que precisaram acionar seguro agrícola ou recorrer à Justiça após problemas climáticos ou danos provocados por recomendações inadequadas de manejo. A primeira documentação solicitada é a nota fiscal da semente e a comprovação de sua certificação. Sem isso, o produtor praticamente perde o direito de buscar qualquer tipo de ressarcimento", ressalta.
Na avaliação de Araújo, a aparente economia obtida com materiais sem origem comprovada costuma se transformar em prejuízo ao longo do ciclo produtivo.
"Muitas vezes existe a impressão de que a semente pirata representa uma redução de custos, mas o produtor assume riscos muito maiores. Além da perda genética, ele fica sem respaldo técnico, sem documentação e sem garantias caso enfrente qualquer problema durante a produção", observa.
O especialista também destaca que a conscientização do setor passa por mostrar que a tecnologia está presente em todas as etapas da agricultura moderna. Sistemas de irrigação, fertilizantes, produtos biológicos, equipamentos e estruturas recebem investimentos cada vez maiores por parte dos produtores, tornando incoerente comprometer todo esse investimento com sementes de origem duvidosa.
"O agricultor investe em máquinas, irrigação, nutrição, tecnologias de aplicação e infraestrutura para aumentar sua eficiência. Não faz sentido colocar em risco todo esse investimento utilizando uma semente sem garantia de origem e qualidade", enfatiza.
Outro aspecto destacado por Araújo é que o avanço da genética contribui diretamente para a oferta de hortaliças mais bonitas, uniformes e saudáveis ao consumidor, agregando valor ao longo de toda a cadeia produtiva.
"Quando o consumidor encontra um tomate ou uma berinjela bonita na feira ou no supermercado, existe um grande trabalho de pesquisa e melhoramento genético por trás. Essa tecnologia beneficia o produtor, que colhe com mais qualidade e produtividade, e o consumidor, que recebe um alimento de melhor padrão", conclui Roberto Araújo.




